terça-feira, 31 de março de 2009

"Proposta do sindicato aprovada em assembléia"

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Os vigilantes que compareceram ontem à assembléia da Campanha Salarial aprovaram a proposta de reajuste com base no INPC do IBGE a título de recomposição salarial mais 3,5% de aumento real que incidirão sobre toda remuneração, a qual abrange verbas salarias e gratificações da função. Cinco trabalhadores irão acompanhar o SEEVISSP nas negociações com o sindicato patronal. A data base é 1º de maio. Esperamos o apoio de todos os vigilantes para conseguirmos o aumento proposto!

"Estamos na Justiça pela PLR"

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A Federação dos Vigilantes do Estado, escolhida pelos sindicatos paulistas da categoria para negociação global, apesar do grande esforço empreendido, não conseguiu chegar a nenhum acordo com as empresas de segurança sobre o percentual da Participação nos Lucros e Resultados, após meses de negociações.

O sindicato patronal apresentou propostas irrisórias e com pagamento apenas para 2011. Com isso, os empregadores não desrespeitam somente os vigilantes, mas o próprio TRT, que determinou o pagamento da participação nos lucros e/ou resultados já a partir desse dissídio. E não é só isso. O conteúdo das propostas dos patrões chega a ser intrigante. Fazem diferença entre funcionários, criam condições impraticáveis, ou seja, estão realmente dispostos a não colaborar e a evitar, de todas as maneiras, o pagamento da PLR conquistada pelos trabalhadores.

Sendo assim, não restou alternativa para o SEEVISSP senão interpor ações contra cada empresa do setor na Justiça. A medida se faz necessária, pois a Seção do Tribunal, ao estabelecer a cláusula, fixou a obrigação para cada empresa em específico. Serão muitas as ações, e as soluções, que afetarão os trabalhadores de cada uma delas, ficarão a cargo de juízes diferente.

Realmente não era intenção do Sindicato ter de recorrer novamente à Justiça. Esperava contar com um grau mais elevado de maturidade e sabedoria das empresas e de sua representação. Mas não há outro meio viável que possa solucionar o problema.

Fica cada vez mais evidente em nossa categoria que devemos fortalecer e engrandecer continuamente nossa luta. Além de prover nossa representação sindical de meios suficientes para a conquista dos direitos. Esses são conquistados apenas com muito sacrifício e esforço, através de instrumentos competentes e meios adequados.

A decisão sobre o pagamento da PLR foi tomada pelo Tribunal Regional do Trabalho no dissídio coletivo da categoria em junho de 2008. O sindicato patronal foi escolhido pelas empresas para a negociação global, já que um critério único foi considerado mais conveniente, mas não ofereceu nenhuma condição mínima aceitável. Sendo assim, a via de negociação se viu esgotada. As empresas têm sido chamadas e as ações serão encaminhadas à Justiça. Devemos esperar a melhor decisão. Caso as empresas, individualmente, apresentem propostas viáveis, estas serão analisadas e consideradas.

Não podemos nos submeter a propostas ofensivas depois de todo o esforço e da conquista efetivada. Temos que conseguir um percentual justo para a PLR. Se as empresas de segurança faturam, é porque os vigilantes fazem seu trabalho de maneira adequada. Nada mais justo que recebermos o benefício assegurado pela constituição e julgado pelo TRT.

Nós não iremos desistir!...

domingo, 22 de março de 2009

Bancos pagam R$ 3 milhões por desrespeito a segurança.

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Bancos pagam R$ 3 milhões por desrespeito a segurança. Bradesco é o campeão de infração e terá que arcar com mais de um milhão de reais
São Paulo – A Comissão Consultiva para Assunto de Segurança Privada autuou nesta quarta, dia 10, as instituições financeiras por desrespeito as normas de seguranças. Durante a reunião em Brasília foram julgados 356 processos que resultaram em multa de mais de R$ 3 milhões de reais. Na última reunião ocorrida em setembro o montante das multas já havia ultrapassado os R$ 2,5 milhões.
A Ccasp é integrada por representantes dos bancos, bancários, empresas de segurança, vigilantes e Exército, e julga processos abertos em fiscalizações da Polícia Federal (PF).
O campeão da vez é o Bradesco que ficou com maior parte e terá que desembolsar cerca de R$ 1,2 milhões de reais. As principais irregularidades cometidas pela organização se referem a irregularidades na questão de transporte de numerário. A lei proíbe que o manuseio seja feito por bancários. Além disso, foram constadas infrações como: falta de plano de segurança, alarme desligado e falta de vigilantes.
Na seqüência ficaram Caixa Federal, Unibanco, Santander, Itaú, Nossa Caixa, Real, Banco do Brasil, HSBC e Safra.
"Os banqueiros, apesar de seus lucros astronômicos, continuam descumprindo a lei federal nº 7.102/83 e as portarias da Polícia Federal, uma vez que várias unidades funcionam com plano de segurança vencido, alarme inoperante e ausência de vigilante no auto-atendimento, dentre outras irregularidades", afirma o funcionário do Unibanco e diretor do Sindicato Daniel Reis.
Bancos multados e os valores
Bradesco: R$ 1.211.000
Caixa Federal: R$ 545.000
Unibanco: R$ 345.000
Santander: R$ 291.000
Itaú: R$ 275.500
Nossa Caixa: R$ 175.500
Real: R$ 116.500
Banco do Brasil: R$ 125.000
HSBC: R$ 30.000
Safra: R$ 15.500
Carlos Fernandes - 10/12/2008 - www.spbancarios.com.br

Proposta do sindicato aprovada em assembléia

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Os vigilantes que compareceram ontem à assembléia da Campanha Salarial aprovaram a proposta de reajuste com base no INPC do IBGE a título de recomposição salarial mais 3,5% de aumento real que incidirão sobre toda remuneração, a qual abrange verbas salarias e gratificações da função. Cinco trabalhadores irão acompanhar o SEEVISSP nas negociações com o sindicato patronal. A data base é 1º de maio. Esperamos o apoio de todos os vigilantes para conseguirmos o aumento proposto!


Fonte: Seevissp

Carteira Nacional de Vigilante

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PORTARIA N.º 891, DE 12 DE AGOSTO DE 1999

Institui e aprova o modelo da Carteira Nacional de Vigilante e respectivo formulário de requerimento, estabelece normas e procedimentos para sua concessão e dá outras providências.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLICIA FEDERAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 33, inciso VII e XXVIII, do Regimento Interno do DPF, aprovado pela Portaria n.º 213, de 17 de maio de 1999, do Ministério da Justiça,

CONSIDERANDO o disposto no artigo 19, incisos II e III, da Lei n.º 7.102, de 24 de junho de 1963 e artigo 20, incisos II e III do Decreto n.º 89.056, de 24 de novembro de 1983, que asseguram porte de arma ao vigilante quando em serviço e no local de trabalho, e prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade de vigilância;

CONSIDERANDOa competência atribuída ao Departamento de Policia Federal pelo artigo 32 do Decreto n.º 89.056, de 24 de novembro de 1983, alterado pelo Decreto n.º 1.592, de 10 de agosto de 1995, e o disposto no anexo Tabela de Taxas do artigo 17 da Lei n.º 9.017, de 30 de março de 1995;

CONSIDERANDO a necessidade de se fornecer ao vigilante documento de Identificação Funcional com validade em todo o território nacional, definindo o órgão competente para a sua expedição, bem como procedimentos para a habilitação, validade, eficácia e extinção do direito de obtenção do mesmo, resolve:

Art. 1º - Instituir a Carteira Nacional de Vigilante e aprovar os modelos constantes dos anexos I e II desta Portaria, para utilização exclusiva pelos vigilantes portadores de qualificação profissional prevista nas Leis n.º 7.102/83, 8.863/94 e 9.017/95, Decretos n.º 89.056/83 e 1.592/95 e Portaria 992/95-DG/DPF.

Art. 2º - A Carteira Nacional de Vigilante será expedido pela Divisão de Controle de Segurança Privada da Coordenação Central de Polícia do DPF, podendo ser requerida junto às DELESP/SR/DPF, Delegacias de Polícia Federal e Sindicatos de Vigilantes do Estado em que o vigilante mantiver vínculo empregatício com a empresa especializada.

Art. 3º - 0 requerimento de Carteira Nacional de Vigilante dar-se-á mediante preenchimento do formulário constante do Anexo II desta Portaria, acompanhado do comprovante de recolhimento da Taxa GAR-FUNAPOL, Código de Receita 035-3, no valor de 10 (dez) UFIR, conforme previsto no Anexo 'Tabela de Taxas' do Art.. 17 da Lei n.º 9.017/95.

Art. 4º - Somente será expedida a Carteira para o vigilante que comprovar vínculo empregatício com empresa especializada ou empresa executante de serviços orgânicos de Segurança autorizada a funcionar pelo DPF.

Art. 5º - A validade da Carteira Nacional de Vigilantes será de 02 (dois)anos, considerando-se a data da formação ou da reciclagem do vigilante, e seu uso será obrigatório quando no exercício da função.

Art. 6º - O formulário de requerimento deverá ser dirigido ao Chefe da Divisão de Controle de Segurança Privada, instruído com os seguintes documentos:

I - Carteira de Identidade;

II - Certificado de conclusão do curso de formação e, se for o caso, comprovante de reciclagem do vigilante;

III - Carteira de Trabalho, na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF;

IV - Guia GAR-FUNAPOL autenticada mecanicamente, comprobatória do recolhimento da taxa de 10 UFIR'S;

V - 01 (uma) fotografia tamanho 2 x 2 cm, fundo branco, recente, de frente, colorida.
Parágrafo único - Os documentos mencionados nos incisos I e III deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais, sendo estes restituídos após conferência pelo órgão recebedor e as cópias anexadas ao formulário de requerimento.

Art. 7º - A renovação de Carteira Nacional de Vigilantes obedecerá às prescrições fixadas nesta Portaria, adotando-se, para a revalidação, o mesmo procedimento exigido para a para primeira concessão e o atendimento dos requisitos contidos nos Incisos II a V do art. 6º desta Portaria.

Art. 8º - O uso de Carteira Nacional de Vigilante pelos profissionais em atividades no país será obrigatório após decorrido 01 (um) ano da data de publicação desta Portaria.

Art. 9º - Os casos omissos serão dirimidos pelo chefe da Divisão de Segurança Privada da Coordenação Central de Polícia.

Art. 10º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.


AGÍLIO MONTEIRO FILHO
Diretor Geral

sábado, 21 de março de 2009

SAUDADES ... “Só por Deus e um balaio de santo”

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Taquaritinga e região choram a morte de Fio Canova

O radialista e locutor de rodeio Fio Canova, apresentador do programa “Tempo de Rodeio”, na Canal UM FM, e famoso pelo bordão “Só por Deus e um balaio de santo”, morreu por volta das 21h, de terça-feira (16), em Matão. Canova estava internado desde o dia 7 de dezembro na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Fernando Carlos Malzoni, após sofrer infarto do miocárdio em sua residência, em Dobrada. Ele tinha 43 anos. Eunidécio Aparecido Canova, conhecido Fio Canova, tem uma legião de fãs em todo o Estado e era considerado um dos mais importantes comunicadores da música sertaneja na região e locutor oficial da Festa do Peão de Taquaritinga há anos. "Só por Deus, foi o bordão que aprendi a escutar. É a mesma sensação de escutar a música tema de Airton Senna”, disse o ouvinte Gionner Gimenes, de Sertãozinho, no Canal Um é Notícia, na quarta-feira (17). “Perdemos um dos maiores comunicadores do Brasil, mas com certeza Deus ganha a partir de hoje um grande a amigo ao seu lado”, afirmou Branco Costa, de Boa Esperança do Sul.O amigo de infância José Vendramini falou com saudade do companheiro Fio Canova: “Ele sempre trabalhou na vida, foi servente de pedreiro, mecânico, açougueiro”, disse. “Com meio copo de pinga e um gomo de lingüiça, a gente fazia uma festa. Eu falei pra ele que não valia a pena querer trabalhar tanto, mas todo homem tem a impressão que vai mudar o mundo”, revelou. Segundo Vendramini, “Dobrada (cidade natal de Fio Canova) perdeu muito, a Canal Um FM perdeu muito, e o rodeio perdeu tudo”. O corpo de Fio Canova está sendo velado na Câmara Municipal de Dobrada e o sepultamento ocorreu às 17h da última quarta-feira (17). O radialista deixa a esposa Cássia, e dois filhos.

domingo, 15 de março de 2009

Patrões oferecem outra proposta insatisfatória para PLR

3 comentários:
A última proposta do sindicato patronal foi de pagar a PLR apenas em 2011 referente aos lucros do ano de 2010. A FETRAVESP não pôde aceitar o ofertado. Nossa contra proposta é que a PLR seja paga em 2010, relativa aos lucros de 2009.
A FETRAVESP entende a necessidade do vigilante receber o mais rápido possível esse benefício tão esperado. Fazemos o possível para que um acordo seja fechado, mas não podemos aceitar qualquer oferta que não irá satisfazer a categoria. O momento é de luta e união para que logo seja atingido o melhor resultado.

" Vigilantes vão proteger caixas eletrônicos à noite "

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"A Polícia Federal, considerando pedido formulado pela Federação dos Vigilantes, aprovou parecer que obriga os Bancos a incluírem no seu plano de segurança, também profissionais vigilantes junto aos caixas eletrônicos. Ganha a população e os usuários do sistema, e ganham os vigilantes, com maiores oportunidades de emprego. Veja matéria publicada no Jornal da Tarde"

Decisão do Ministério da Justiça obriga bancos a dispor de seguranças armados nos caixas eletrônicos contíguos às agências. A medida pode ajudar a baixar os índices de seqüestros relâmpagos na cidade

Seguranças armados, câmeras de vídeo, cabines blindadas e equipamentos de filmagem. Agora é a vez de os caixas eletrônicos terem a sua vigilância reforçada. Em 14 de maio, a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal, ligada ao Ministério da Justiça, acolheu pedido da Federação dos Trabalhadores em Segurança Privada, Transporte de Valores, Similares e Afins do Estado de São Paulo (Fetravesp) para aumentar o efetivo de vigias em agências bancárias, decidindo que, a partir daquela data, todos os caixas eletrônicos instalados nas ante-salas das agências bancárias deverão contar com a presença diária de um ou mais seguranças armados, no período das 10h às 22h, para dar maior segurança aos clientes. "Além de gerar empregos ao setor de segurança privada, a medida também pode ajudar a baixar os índices de seqüestro relâmpago, uma vez que a presença de vigias armados inibiria a ação de bandidos", opina Carlos Alberto Silveira, assessor do sindicato. De acordo com ele, levantamento feito no ano passado e entregue à Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp) da Polícia Federal revelou que mais de 100 agências bancárias em São Paulo só possuem um vigia armado durante o expediente bancário, enquanto outras nenhum, o que contraria a Lei nº 7.102/83, que disciplina a atividade de segurança privada. "Sem contar que, em muitas agências, pelo fato de estarem separados do núcleo central da agência, os caixas eletrônicos costumam ficar desprovidos dos instrumentos de segurança exigidos por lei, o que põe em risco a segurança dos clientes", argumenta. No entendimento da Polícia Federal, os caixas eletrônicos são anexos dos bancos e, em razão da gama de serviços de natureza essencialmente bancária que prestam - saques, depósitos, pagamentos, saldos em conta, transferência de fundos etc -, devem se submeter aos mesmos critérios de segurança exigidos às agências bancárias pela Lei 7.102. "Assim", explica Cassandra Ferreira Alves Parazi, responsável pela emissão de portarias de planos de segurança da Polícia Federal, "ao elaborar o plano de segurança que submetem anualmente ao Ministério da Justiça para poder funcionar, os bancos ficarão obrigados a incluir os dispositivos de segurança que serão disponibilizados aos caixas eletrônicos contíguos a eles, bem como estender ao espaço físico onde se localizam os caixas o sistema de alarme, conforme prevê a lei". A medida, segundo Cassandra, embora em vigor, só passa a valer a partir da próxima renovação dos planos de segurança pelas agências, o que varia para cada instituição financeira. Segundo a Febraban, "os bancos estão tomando todas as medidas necessárias para garantir a segurança de clientes e usuários, assim como a preservação das dependências dos caixas automáticos, respeitando a decisão da comissão".

Fonte: Jornal da tarde, da Agência O Estado